A arte da caligrafia servia o quotidiano e a corte, com alfabetos exclusivos desenhados para reis e rainhas.
Entre materiais e máquinas, discutiram-se técnicas, mostraram-se inovações e contou-se, pela primeira vez, a história da embalagem na Europa.
As etiquetas de hotel eram pequenos retractos de viagens e sonhos — símbolos de lugares distantes e memórias guardadas nas malas, que transformavam cada destino numa história por contar.
O papel de embrulho, simples mas expressivo, reflectia a identidade do lojista e do artista gráfico.







